07/01/10

Criação de um Logótipo 3D




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Esta criação de um Logótipo 3D foi realizado no âmbito da disciplina de CGA para termos uma pequena noção como certos logótipos são criados e para termos mais capacidades para utilizarmos qualquer ferramenta deste tipo.

02/12/09

Percepção cromática





Percepção é global e baseada em padrões e regras
∙ Princípios:
􀂃 Totalidade
􀂃 Isomorfismo (experiência consciente e atividade cerebral)
∙ Regras:
􀂃 Lei do fechamento
􀂃 Lei da Similaridade
􀂃 Lei da Proximidade
􀂃 Lei da Simetria
􀂃 Lei da Continuidade

VISÃO CROMÁTICA HUMANA



Na retina, mais precisamente na área chamada fóvea central, existem milhões de células fotossensíveis capazes de transformar a luz em impulsos eletroquímicos. São os cones e os bastonetes.

Os bastonetes não possuem nenhuma informação cromática, sendo responsáveis apenas pelas informações de intensidade luminosa dos objetos, não distinguindo diferenças finas entre forma e cor. Já os cones são capazes de fornecer imagens mais nítidas e detalhadas, proporcionando as impressões de cor. Existem três tipos de cones e cada um é responsável pela informação de um matiz diferente: vermelho, verde ou azul. É a interação dos cones e dos bastonetes que o ser humano é capaz de perceber todo o espectro cromático.

O olho sofre uma acomodação toda vez que tenta visualizar uma área de cor diferente, já que cada onda de cor converge para pontos diferentes da retina
Por isso é necessário que o cristalino sofra pequenas alterações, através de pequenos músculos, para focalizar corretamente a imagem do objeto visualizado, ficando mais convexo ao focalizar os tons vermelhos e mais relaxado ao focar os azuis.

Existe, também, um mecanismo fisiológico capaz de equilibrar as cores devido a um forte estimulo visual. Ao interromper o movimento dos olhos, a sensibilidade dos cones é reduzida, criando as chamadas “pós-imagens”, onde uma cor é equilibrada com sua complementar. Observe a figura abaixo durante 30 segundos e desloque o olho para a parte branca. Você verá a formação de suas complementares.

TEORIA DE GESTALF.


A PSICOLOGIA DA FORMA .


Köhler e os seus companheiros vão desenvolver todo um conjunto de investigações baseadas na noção de gestalt, podendo ser traduzido para português por forma, mas também por organização, estrutura ou configuração.
A gestalt, ou Psicologia da forma, nasceu por oposição à Psicologia do século XIX, que tinha por objecto os estados de consciência. Köhler, Wertheimer e Kofka, criticam Wundt e a sua tentativa de decompor os processos mentais nos seus elementos mais simples. Os gestaltistas reagem contra esta concepção atomista e associacionista, invertendo o processo explicativo. Enquanto os associacionistas partem das sensações elementares para construir as percepções, os gestaltistas partem das estruturas, das formas, defendendo que nós percepcionamos conjuntos organizados em totalidades. A teoria da gestalt considera a percepção como um todo, e parte deste todo para explicar as partes; enquanto que os associacionistas partiam das partes para explicar o todo.
Por exemplo, uma melodia é ouvida como uma totalidade, como um conjunto e quando a escutamos, não temos consciência das notas que a compõem. Quando percepcionamos um automóvel, não vemos primeiro o tejadilho, depois as portas e em seguida as rodas, percepcionamos o automóvel como um todo e só depois passamos à análise dos elementos, dos pormenores. O todo é percebido antes das partes que o constituem. A forma corresponde à maneira como as partes estão dispostas no todo.
O todo não é a soma das partes, na realidade, elas organizam-se segundo determinadas leis.
Os elementos constitutivos de uma figura são agrupados espontaneamente e esta organização, segundo os gestaltistas, é inata. Wertheimer apresentou os princípios de organização perceptiva num artigo publicado em 1923.

1. Proximidade: partes que estão próximas no tempo ou no espaço parecem formar uma unidade e tendem a ser percebidas juntas. Na figura que se segue, vêem-se os círculos em 3 colinas duplas, e não isolados ou como um grande conjunto.

2. Continuidade: há uma tendência na nossa percepção de seguir uma direcção, de vincular os elementos de uma maneira que os faça parecer contínuos ou fluindo numa direcção particular. Na figura de baixo (a mesma do exemplo anterior), existe uma tendência para se seguir as colunas de pequenos círculos de cima para baixo.

O O O O O O

O O O O O O

O O O O O O

O O O O O O



3. Semelhança: partes semelhantes tendem a ser vistas juntas como se formassem um grupo. Na figura seguinte, os círculos parecem formar uma classe e os pontos, outra e tendemos a perceber fileiras de círculos e fileiras de pontos, em vez de colunas.

O O O O O O

OOOOOO

O O O O O O

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O O O O O O



4. Complementação: há uma tendência na nossa percepção de completar figuras incompletas, preenchendo lacunas. Na figura abaixo, percebemos três quadrados, embora as figuras estejam incompletas.





5. Simplicidade: tendemos a ver uma figura tão boa quanto possível sob as condições do estímulo. Os psicólogos da gestalt denominaram isto de "boa forma" e uma boa forma é simétrica, simples e estável, não podendo ser tornada mais simples ou ordenada. Na figura de cima, os quadrados são boas formas pois são percebidos como completos e organizados.


6. Figura/Fundo: tendemos a organizar percepções no objecto observado e o segundo o plano contra o qual ela se destaca.
A figura parece ser mais substancial e destacar-se do fundo. Na figura que se segue, a figura e o fundo são reversíveis e pode ver-se dois rostos ou uma taça, dependendo da nossa percepção.

Os Psicologia da forma põem em causa todo o tipo de explicação simplista. O comportamento humano É neste sentido que Köhler e os seus companheiros criticam o modelo behaviorista, segundo o qual o comportamento humano se poderia explicar pela fórmula E - R. A actividade humana não é um somatório de reacções a estímulos pois resulta de uma organização determinada pelo mundo exterior e integrada na totalidade psicológica do sujeito. Assim, ao modelo mecânico dos behavioristas, os gestaltistas opõem um modelo dinâmico.

Percepção visual

Contraste



A importância e o significado do contraste começam no nível básico da visão através da presença ou ausência da luz. É a força que torna visível as estratégias da composição visual. É de todas as técnicas, a mais importante para o controle visual de uma mensagem bi ou tridimensional.
É também um processo de articulação visual e uma força vital para a criação de um todo coerente.
Em todas as artes, o contraste é uma poderosa ferramenta de expressão, o meio para intensificar o significado e, portanto, para simplificar a comunicação.
Na verdade, assim que adicionamos qualquer elemento a uma página em branco já estamos utilizando o contraste.
Ele é automático.
O contraste é, também, uma contra-força à tendência do equilíbrio absoluto, ele desequilibra, sacode, estimula e atrai a atenção.
Os objetivos básicos do contraste são criar interesse sobre uma página e auxiliar na organização das informações. O leitor deveria ser capaz de compreender instantaneamente a maneira através da qual as informações são estruturadas, o fluxo lógico de um item para outro. Os elementos contrastantes nunca deveriam confundir o leitor ou criar um foco que não seja o correcto.

Proporção


“Proporção significa a harmonia das partes componentes do todo, de que derivam as leis de simetria.” (Vitruvio)


As linhas compositivas primárias são as diagonais e as perpendiculares a estas baixadas dos vértices que implantam a proporção. Esse traçado constitui a estrutura básica, destacando-se como ponto de interesse para a composição as interseções normais dessas linhas.
As linhas compositivas secundárias são as paralelas e perpendiculares aos lados, desde que não dividam a superfície em partes iguais.

Composição



O processo de composição é o passo mais crucial na solução dos problemas visuais. Ele é que determina o objetivo e o significado da manifestação visual influenciando diretamente o que é recebido pelo espectador. É nessa etapa do processo criativo que o comunicador visual exerce o mais forte controle sobre seu trabalho e tem a maior oportunidade de expressar, o estado de espírito que a obra se destina a transmitir. O modo visual, porém, não oferece sistemas estruturais definitivos e absolutos.
Uma boa estrutura de design é o resultado de uma combinação inteligente dos elementos que a compõe.
Em design nós temos vários elementos e devemos descobrir que cada elemento serve a determinado propósito e que eles não são intercambiáveis. Os melhores resultados serão alcançados através da combinação do uso dos princípios com a criatividade.

Ritmo



Ritmo significa repetição de um movimento.
Ritmo em design é criado por repetição e variação. Repetição de formas, e o espaço entre as formas, criam um padrão de movimento.
Quando estamos focados no ritmo, o espaço, ou intervalo entre os elementos, são tão importantes quanto os elementos em si.
A sua leitura será influenciada pela forma como você alinhou e repetiu os elementos da sua página. Dependendo do padrão escolhido entre os elementos, você estabelecerá uma conexão emocional entre o trabalho e o leitor. O ritmo pode ser alternado ou progressivo.

Ritmo alternado: padrões repetitivos são criados com o mesmo elemento numa forma consistente. A sequência fica óbvia mesmo não estando completa.
· Ritmo progressivo: é um tipo de repetição em que os elementos mudam, mas mantém uma consistência de repetição. A variação entre os elementos podem se dar por tamanho, cor, valor e textura.

Unidade




Unidade é uma situação quando os elementos estão arranjados de forma homogênea, harmônica e completa.
A unidade é diferente de harmonia.
Harmonia trata-se de uma relação esteticamente aprazível entre os elementos. Unidade resulta não apenas da seleção de elementos e da organização destes, mas na ênfase destes em relação a composição como um todo. Formas para se atingir uma unidade: proximidade, repetição e continuidade.

15/11/09

Antichrist




O filme baseou-se no sofrimento dos pais quando perdem um filho. No decorrer do filme destacam-se as várias etapas do sofrimento e como se o ultrapassa.
Este filme tem como objectivos principais demonstrar ao público o sofrimento do casal quando perde o filho e como ultrapassar essa perda.

06/11/09

Direcção


DIRECÇÃO:

Todas as formas básicas expressam três direções visuais básicas e significativas: o quadrado, a horizontal e a vertical; o triângulo, a diagonal ; o círculo, a curva.
Cada uma das direções visuais tem um forte significado associativo e é um valioso instrumento para a criação de mensagens visuais.
A referência horizontal-vertical já foi aqui
comentada, mas, a título de recordação, vale dizer que constitui a referência primária do homem, em termos de bem-estar e maneabilidade. Seu significado mais básico tem a ver não apenas com a relação entre o organismo humano e o meio ambiente, mas também com a estabilidade em todas as questões visuais. A necessidade de equilíbrio não é uma necessidade exclusiva do homem; dele também necessitam todas as coisas construídas e desenhadas.
A direCção diagonal tem referência direta com a idéia de estabilidade.
É a formulação
oposta, a força direcional mais instável, e, conseqüentemente, mais provocadora das
formulações vi- suais. Seu significado é ameaçador e quase literalmente perturbador. As forças direcionais curvas têm significados associados à abrangência, à repetição e à calidez.
Todas as forças direcionais são de grande importância para a intenção compositiva voltada paraum efeito e um significado definidos.

Forma


FORMA:

A linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma.
Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo eqüilátero.
Cada uma das formas básicas tem suas características específicas, e a cada uma se atribui uma grande quantidade de significados, alguns por associação, outros por vinculação arbitrária, e outros, ainda, através de nossas próprias percepções psicológicas e fisiológicas.

TEXTURA


TEXTURA:

A textura é o elemento visual que com freqüência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tato. Na verdade, porém, podemos apreciar e reconhecer a textura tanto através do tato quanto da visão, ou ainda mediante uma combinação de ambos.
É possível que uma textura não apresente qualidades táteis, mas apenas óticas, como no caso das linhas de uma página impressa, dos padrões de um determinado tecido ou dos traços superpostos de um esboço.
Onde há uma textura real, as qualidades táteis e óticas coexistem, não como tom e
cor, que são unificados em um valor comparável e uniforme, mas de uma forma única e
específica, que permite à mão e ao olho uma sensação individual, ainda que projetemos sobre ambos um forte signicado associativo. O aspecto da lixa e a sensação por ela provocada têm o mesmo significado intelectual, mas não o mesmo valor. São experiências singulares, que podem ou não sugerir-se mutuamente em determinadas circunstâncias.
O julgamento do olho costuma ser confirmado pela mão através da objetividade do tacto.

A LINHA


A LINHA

Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los
individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha.
Também poderíamos definir a linha como um ponto em movimento, ou como a história do movimento de um ponto, pois, quando fazemos uma marca contínua, ou uma linha, nosso procedimento se resume a colocar um marcador de pontos sobre uma superfície e movê-lo segundo uma determinada trajectória, de tal forma que as marcas assim formadas se convertam em registo.

Nas artes visuais, a linha tem, por sua própria natureza, uma enorme energia. Nunca é estática;
È o elemento visual inquieto e inquiridor do esboço.

PONTO


O PONTO


O ponto é a unidade de comunicação visual mais simples e irredutivelmente mínima. Na
natureza, a rotundidade é a formulação mais comum, sendo que, em estado natural, a reta ou
o quadrado constituem uma raridade. Quando qualquer material líquido é vertido sobre uma
superfície, assume uma forma arredondada, mesmo que esta não simule um ponto perfeito.
Quando fazemos uma marca, seja com tinta, com uma substância dura ou com um bastão,
pensamos nesse elemento visual como um ponto de referência ou um indicador de espaço.

Artes visuais_função e mensagem


Função e Mensagem


MENSAGEM:

Na teoria da comunicação, a mensagem é a manifestação física da informação produzida por uma fonte de informação e que se destina a alguém. Na prática, todo o texto escrito que se envia a alguém ilustra uma mensagem, concebida como uma um conjunto organizado de signos linguísticos. A ideia de sequência ordenada é também exigida na cibernética, onde o conceito representa uma sequência simples de sinais binários.
O suporte físico da transmissão de uma mensagem escrita ou falada é o canal de comunicação, que hoje se multiplica pelo computador, pelo telemóvel, pela rádio, pela televisão , pela imprensa escrita, pela correspondência epistolar, etc. A teoria da comunicação ignora o significado intrínseco da mensagem, pois o que avalia nesse processo de transmissão é uma forma de comunicação e não um contéudo interpretável. A forma de comunicação está sujeita a variações de código e de condições de optimização da transmissão. Nas teorias da comunicação linguística, em particular a partir dos estudos influentes de Roman Jakobson, todo o processo de transmissão e recepção de mensagens se reduz a um mecanismo de codificação e descodificação. A compreensão do acto sémico que a transmissão de uma mensagem ilustra depende em grande parte da capacidade de um sujeito dominar o códigos envolvidos na comunicação, que só é considerada concluída com a total descodificação ou identificação do código utilizado na transmissão da mensagem original.

Se a comunicação linguística necessita de ser activada por um processo de codificação/descodificação, entende-se que a função essencial da linguagem é a transmissão de informação entre indivíduos que partilham o mesmo código numa determinada situação de comunicação. Dos seis factores constitutivos que Jakobson identificou neste processo, a mensagem ocupa o lugar central, constituindo o motor de todo o processo de comunicação, que pode ser afectado de diferentes formas conforme os usos da linguagem.


FUNÇÃO


Todo texto apresenta várias possibilidades de leitura, as funções tem como objetivo levar o leitor a compreender determinado efeito, para determinado objetivo. Daí o fato de enfatizar algum recurso ficar a cargo da capacidade criativa do autor ou emissor da mensagem. O estudo sobre as funções da linguagem, requer antes de apresentar sua tipolologia, no processo de comunicação e as interações das mesmas no dia-a-dia, conforme o papel recorrente a que se presta, lembrar que todo processo comunicativo é centrado nesses elementos, para então ser compreendida a verdadeira mensagem. Assim podemos apresentar o emissor – que emite, codifica a mensagem; receptor – que recebe, decodifica a mensagem; canal - meio pelo qual circula a mensagem; código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem; referente - contexto relacionado a emissor e receptor; mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor. Com os elementos da comunicação temos a geração e interelação dos variados diálogos das funções, que são conhecidas como:
1.Função referencial;
2.Função fática;
3.Função conativa;
4.Função poética;
5.Função metalinguistica;
6.Função emotiva.


Elementos básicos de comunicação visual


Sempre que alguma coisa é projetada e feita, esboçada e pintada, desenhada, rabiscada,
construída, esculpida ou gesticulada, a substância visual da obra é composta a partir de uma
lista básica de elementos. Não se devem confundir os elementos visuais com os materiais ou o
meio de expressão, a madeira ou a argila, a tinta ou o filme. Os elementos visuais constituem a
substância básica daquilo que vemos, e seu número é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a
direção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento. Por poucos que sejam,
são a matéria-prima de toda informação visual em termos de opções e combinações seletivas. A
estrutura da obra visual é a força que determina quais elementos visuais estão presentes, e
com qual ênfase essa presença ocorre.
Grande parte do que sabemos sobre a interação e o efeito da percepção humana sobre o
significado visual provém das pesquisas e dos experimentos da psicologia da Gesto!t, mas o
pensamento gestaltista tem mais a oferecer além da mera relação entre fenômenos
psicofisiológicos e expressão visual. Sua base teórica é a crença em que uma abordagem da
compreensão e da análise de todos os sistemas exige que se reconheça que o sistema (ou
objeto, acontecimento, etc.) como um todo é formado por partes interatuantes, que podem ser
isoladas e vistas como inteiramente independentes, e depois reunidas no todo. É impossível
modificar qualquer unidade do sistema sem que, com isso, se modifique também o todo.
Qualquer ocorrência ou obra visual constitui um exemplo incomparável dessa tese, uma vez que
ela foi inicialmente concebida para existir como uma totalidade bem equilibrada e
inextricavelmente ligada. São muitos os pontos de vista a partir dos quais podemos analisar
qualquer obra visual; um dos mais reveladores é decompô-la em seus elementos constitutivos,
para melhor compreendermos o todo. Esse processo pode proporcionar uma profunda
compreensão da natureza de qualquer meio visual, e também da obra individual e da prévisualização
e criação de uma manifestação visual, sem excluir a interpretação e a resposta que
a ela se dê.
A utilização dos componentes visuais básicos como meio de conhecimento e compreensão tanto
de categorias completas dos meios visuais quanto de obras individuais é um método excelente
para explorar o sucesso potencial e consumado de sua expressão.

Anatomia da mensagem visual


Expressamos e recebemos mensagens visuais em três níveis: o representacional – aquilo que vemos e identificamos com base no meio ambiente e na experiência; o abstracto – a qualidade cinestésica de um fato visual reduzido a seus componentes visuais básicos e elementares, enfatizando os meios mais directos, emocionais e mesmo primitivos da criação de mensagens; e o simbólico – o vasto universo de sistemas de símbolos codificados que o homem criou arbitrariamente e ao qual atribuiu significados. Todos esses níveis de resgate de informações são interligados e se sobrepõem, mas é possível estabelecer distinções suficientes entre eles, de tal modo que possam ser analisados tanto em termos de seu valor como táctica potencial para a criação de mensagens quanto em termos de sua qualidade no processo de visão.

Introdução ao alfabeto visual/carácter e conteúdo.


ALFABETO VISUAL - Elementos Básicos de Comunicação Visual

LINGUAGENS.
*Alfabeto visual
*Signo, marca, sinal
*Ponto
*Linha
*Proporção
*Superfície e textura
*Cores
*Luz, sombra, volume
*Espaço
*Perspectiva

Composição:

*ESTAS LINGUAGENS, SÃO OS ELEMENTOS BÁSICOS PARA A COMUNICAÇÃO VISUAL ACONTECER .
LINGUAGENS.

A evolução da linguagem escrita começou com as imagens (pictografia), passou à representação das unidades fonéticas (fonetismo) e finalmente ao alfabeto.
Cada passo foi, sem dúvida, um avanço em direção a uma comunicação mais eficiente. Mas o homem jamais limitou-se aos desenhos simples do alfabeto.
Pode-se afirmar que ele tem uma propensão à informação visual. Algumas das razões que a justificam são, principalmente, a proximidade com a experiência real e o caráter da informação.

Não necessitamos ser visualmente cultos para emitir ou entender mensagens visuais. Estas capacidades são ligadas ao homem involuntariamente.
Todas as características da informação visual justificam sua importante aplicação na propaganda - comunicação que prima pela velocidade.
Como a comunicação moderna, ultra-rápida, nos levou aos últimos limites da linguagem, sentiu-se a necessidade de recuperar as formas visuais da comunicação, enfatizando os recursos visuais, que podem expressar funções e operações sem recorrer a letras ou palavras.


Percepção visual


Percepção visual é uma de várias formas de percepção associadas aos sentidos.
É o produto final da visão consistindo na habilidade de detectar a luz e interpretar as consequências do estímulo luminoso, do ponto de vista estético e lógico.
Na estética, entende-se por percepção visual um conhecimento teórico, descritivo, relacionado à forma e suas expressões sensoriais. Um tipo de talento, uma característica desenvolvida como uma habilidade de um escultor ou pintor que diferencia os pontos relevantes e não-relevantes de sua obra. Para que depois de pronta - em uma análise mais detalhada - possa explicar os atributos ali contidos.